Mídia internacional: ATOM encontra resistência na recuperação e o preço recua para cerca de 1,41 dólares
De acordo com a imprensa internacional, o token Cosmos (ATOM) atingiu uma nova mínima de cerca de 1,25 dólares este ano, após vários anos de queda. Apesar de o preço ter recuperado para perto dos 1,60 dólares, esta subida não se manteve e, recentemente, recuou novamente para cerca de 1,41 dólares, levando o mercado a manter uma posição cautelosa quanto à força da sua recuperação.
Queda do máximo de 44 dólares para o mínimo histórico
O artigo menciona que, desde o seu pico próximo dos 44 dólares em 2021, ATOM permaneceu num canal descendente por um longo período. Em 2026, o preço caiu para cerca de 1,25 dólares, registando um novo mínimo histórico.
No final de 2025, ATOM ainda estava a ser negociado acima dos 2 dólares, e alguns traders esperavam que essa faixa funcionasse como uma nova zona de acumulação, semelhante ao patamar mínimo de 2020. No entanto, a evolução do preço não confirmou essa expetativa, e os níveis anteriormente considerados de suporte não tiveram força suficiente para atrair compradores.
Força limitada na recuperação de curto prazo
Analisando a evolução dos últimos 180 dias, a pressão compradora fez com que ATOM subisse recentemente de cerca de 1,25 dólares para aproximadamente 1,60 dólares. Contudo, parte desses ganhos foi rapidamente devolvida e o preço voltou a recuar para perto dos 1,41 dólares.
Segundo o artigo, esta recuperação demonstra que há alguma absorção nos preços baixos, mas, em comparação com a queda anterior, a amplitude da recuperação continua reduzida, sendo insuficiente para indicar uma inversão de tendência por agora.
200 médias móveis diárias continuam como resistência chave
Atualmente, ATOM ainda está negociado abaixo da média móvel dos 200 dias, o que segue como uma resistência relevante. O artigo ressalta que, sem uma pressão compradora mais sustentada, o atual patamar baixo ainda não pode ser considerado como um fundo sólido.

Segundo a análise do artigo, ATOM já recuou cerca de 96% em relação ao seu máximo histórico. Caso não haja uma melhoria no cenário global do mercado, o preço pode continuar sob pressão e existe o risco de novas quedas.

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