Morgan Stanley prefere empresas de computação em nuvem hyperscale em vez de fabricantes de chips nos próximos meses
Em 21 de julho, a equipe de estratégia do Morgan Stanley liderada por Mike Wilson afirmou que, após uma correção de 20% no setor de semicondutores, setores mais amplos poderiam impulsionar novos ganhos no mercado. "Pelo contrário, acreditamos que a tendência de difusão do mercado persistirá e, assim que essa correção terminar, uma gama mais ampla de setores impulsionará o mercado para cima até o final do ano", disse o Morgan Stanley. A instituição acredita que os setores de consumo discricionário e transporte podem se beneficiar, pois as expectativas de melhoria dos lucros nessas áreas ainda não foram totalmente refletidas nos preços das ações. Nos próximos meses, a instituição prefere empresas de nuvem em larga escala em vez de empresas de chips. No entanto, a equipe de Wilson observou que, como as ações de nuvem já subiram cerca de 30% em relação às de chips nas últimas três semanas, a relação risco-retorno diminuiu. O Morgan Stanley continua otimista em relação às grandes empresas de tecnologia, citando vantagens como negócios principais estáveis, potencial de desenvolvimento de IA agentica e capacidade de melhorar as margens de lucro. A instituição mantém sua meta para o S&P 500 no final do ano em 8.000 pontos, mas alerta que, caso o momentum de negociação se reverta ou o conflito no Oriente Médio se intensifique ainda mais, o índice pode recuar para cerca de 7.000 pontos.
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